quando?
Cris Veit
Outros modos de ver
29/08
01/09
Toni Pires
Education in transition - como descobrir as histórias que queremos contar
30/08
Edu Simões
O dia em que o fotojornalismo foi atirado ao mar
31/08
Renato Stockler
Fotografia documental e uma narrativa visual contemporânea
31/08
Coletivo Amapoa
Cartografia do afeto e do encontro
31/08
Carine Wallauer
Experiência em cinema: elementos pessoais e possibilidades na direção de fotografia

6 palestras

4 oficinas

        fotógrafos renomados

29/8 a 1/9 de 2019 em Bauru

 

29.08

quinta às 20h

29.08

quinta às 20h

outros modos de ver

A partir da mudança vivenciada em sua vida profissional, Cris vai abordar temas como a crise nos espaços tradicionais de publicação, novas plataformas de divulgação e exposição, a fusão entre ficcional e documental como possibilidade criativa e a necessidade de estimular a inclusão e diversidade de olhares.

Cris Veit
é editora de fotografia e fotógrafa. Trabalhou como designer em publicações no Brasil e no exterior por vinte anos. Foi diretora de arte e editora de fotografia da revista National Geographic Brasil entre 2001 e 2013. Durante seus anos na icônica revista nunca se imaginou como fotógrafa, até que em 2016 produziu o ensaio “Fotógrafos em Campo – a Batalha por Mosul”, onde se valeu da experiência como editora para comentar os possíveis enfoques da cobertura fotográfica de um conflito. Esse e outros trabalhos foram publicados nas revistas National Geographic Brasil, Veja e Crescer e nos sites Roads and Kingdoms (EUA) e P3 (Portugal). É co-curadora da Foto_Invasão, festival itinerante de fotografia com edições em 2016 e 2018.

30.08

SEXTA às 20h

O DIA EM QUE O FOTOJORNALISMO FOI ATIRADO AO MAR

Partindo uma trajetória de mais de 40 anos de vivência com o fotojornalismo e com a fotografia documental, Edu Simões propõe uma reflexão sobre o fazer dos fotógrafos diante as profundas transformações causadas no meio após o surgimento da internet, redes sociais e novas tecnologias. 

Edu simões
Em 1976 começou sua carreira como fotojornalista. Foi editor de fotografia das Revisas Goodyear, República e  Bravo - 1980 recebe o Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos – Foi fotógrafo exclusivo dos Cadernos de Literatura Brasileira do IMS.  Sua obra está presente nas coleções do Masp, MAM-SP, Pinacoteca do Estado, MIS-SP, Instituto Figueiredo Ferraz e também da Maison Européenne de la Photographie (França) e do Consejo Mexicano de Fotografía (México). Em 2012 lança o livro Amazônia, pela editora Terra Virgem, em 2014 publica o Zine Inferno Verde e em 2018 o photobook Marmites, ambos pela Editions Bessard/França.

31.08

sáb às 11h

Fotografia documental e uma narrativa visual contemporânea

Com amplo repertório de saberes apreendidos pelo ofício da prática, Renato Stockler 

pretende sensibilizar o público a perceber como seu próprio entorno pode ser a base para a construção de narrativas visuais, instigando a compreensão e a significação do próprio cotidiano para a produção fotográfica documental. 

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renato stockler
Renato Stockler é jornalista graduado pela PUC-SP e fotógrafo. Trabalhou na Folha de São Paulo, na agência Na Lata Agência de Fotografia, foi professor da disciplina de Fotojornalismo na PUC-SP e coordenou o curso de Pós-graduação em Imagem, do Madalena Centro de Estudos da Imagem. Dirige documentários sobre empreendedorismo socioambiental. Assina a fotografia do longa-metragem "Espírito da Luta - 12 de Novembro” e da série “Linhas Tortas", direção de João Wainer e produção da Academia de Filmes. Dirigiu a fotografia dos longa- metragem "Abismo Tropical" e "Flores do Cárcere", dirigidos por Paulo Caldas e Barbara Cunha. Dirigiu a fotografia da série “Comida é Arte", com o jornalista Josimar Melo e produzido pela 99 Produções.

31.08

Sáb às 16h

cartografia do afeto E DO ENCONTRO

As cartografias são de construção livre e dizem respeito a este lugar na fotografia que acontece muito antes de uma imagem ser colocada no mundo: o processo, o encontro, a troca, a maneira como nos posicionamos em espaços conhecidos ou não. Aqui não existem percursos precisos ou caminhos corretos; o mapa que será construído leva sempre para dentro.

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coletivo amapoa

Criado em 2016 pelas fotógrafas Pétala Lopes Camila Svenson, o coletivo nasceu da necessidade de potencializar o papel da mulher na fotografia documental. Desenvolvem projetos fotográficos que dialogam com espaço e a experiência humana da memória, laços e pertencimento.Também atendem o mercado editorial e institucional.

31.08

SÁB às 20h

EXPERIÊNCIA EM CINEMA: ELEMENTOS PESSOAIS E POSSIBILIDADES NA DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

A linguagem cinematográfica ainda não esgotou suas possibilidades estéticas e discursivas. Com a crescente participação de mulheres em cargos de direção e liderança técnica e criativa dentro das equipes de audiovisual novos desafios surgem. Carine Wallauer discute a partir de sua experiência pessoal como lidar com os desafios não apenas técnicos da direção de fotografia, mas também com questões de relacionamento humano entre gênero e desenvolvimento criativo.

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CARINE WALLAUER
Dedica-se à fotografia e experimentação audiovisual, conjugando diferentes formatos, técnicas e materiais. Atualmente é fotojornalista pelo UOL. Tem seu trabalho publicado em diferentes sites, zines e revistas ao redor do mundo. Participou de exposições coletivas no Brasil, Canadá, Turquia e Estados Unidos. Assina a direção de fotografia de dois curtas-metragens lançados em 2016, O último dia antes de Zanzibar, pela Avante Filmes e Temporal, pela Asamayama Filmes. Pelo segundo recebeu o prêmio de melhor direção de fotografia no Festival de Cinema de Gramado e na Mostra SESC Curtas | 2017 |, além de ser indicada ao Premio ABC, entregue pela Associação Brasileira de Cinematografia. Atualmente trabalha na finalização do primeiro longa-metragem em que realizou a direção de fotografia, Irmã, da Pátio Vazio Filmes, com previsão de lançamento para 2019, além de atuar como diretora de fotografia e fotógrafa still em projetos publicitários e documentais.

01.09

 dom às 16h

Education in transition - como descobrir as histórias que queremos contar

As histórias moram em todos os lugares. Como descobrir as histórias que queremos contar? Como planejá-las e estruturá-las, como publicar e divulgar? Para ilustrar essa conversa, Toni Pires apresenta o projeto em que trabalha neste momento. Education in Transition é um projeto transmídia que conta histórias de professoras latino-americanas e trans do ensino formal e informal. 

toni pires
Toni Pires é fotógrafo independente com graduação em Economia e Jornalismo pela Unesp, Mestrado em poéticas visuais pela USP e Pós-graduação em História da Arte pela Fundação Casper Libero. Durante um período de quinze anos trabalhou no jornal Folha de S.Paulo como fotojornalista, editor assistente e editor de especial. Entre 2014 e 2016 morou na China onde registrou o cotidiano de etnias minoritárias para o jornal Los Angeles Times. No mesmo período esteve no Afeganistão e Iraque contando histórias do impacto da guerra na vida das mulheres.documentou conflitos no Congo, Líbia, Ucrânia, Palestina e Haiti. Atualmente fornece trabalhos para vários jornais do mundo, e também desenvolve projetos autorais em fotografia e vídeo, dedicando-se a pesquisar e estudar a fotografia móvel e seus novos mecanismos de captura e distribuição de imagens.

INSCREVA-SE

Onde?
Espaço Protótipo
Rua Monsenhor Claro, 2-57. Centro de Bauru, São Paulo
 
 

oficinas

29.08

museu da imagem e do som

14H-18H

retrato feminino

A oficina de direção, luz e composição para ensaio feminino têm como proposta trazer uma vivência para alunos que pretendem desenvolver seus próprios retratos. Serão abordados assuntos como a pré-produção: como escolher roupas, o local onde serão feitas as fotos e até o conceito a ser desenvolvido, e também como dirigir a modelo na hora do ensaio, lidar com a melhor luz e fazer retratos mais criativos. É voltada para quem gosta do universo de retrato feminino e pretende adquirir mais confiança na hora de realizar um ensaio. A oficina é 100% prática e terá a participação de uma modelo com maquiagem profissional assinada pela maquiadora Jo Araujo.

lara pires
A fotógrafa Lara Pires atua na área de retratos há 5 anos. O principal foco de seu trabalho são os ensaios femininos. Os temas mais recorrentes em sua fotografia são autoestima e valorização do próprio corpo. Além dos retratos, também atua na área de editorial de moda, beleza, fotografia corporativa e de família.  Tem publicações nas revistas Vogue Itália e Malu. É idealizadora do projeto fotográfico “Love My Body” e do workshop “Ensaios Femininos com Lara Pires”.

30.08

museu da imagem e do som

9h-18h

short film: laboratório de desenvolvimento criativo em audiovisual

Toda escassez é um campo aberto gerador de ideias. A abundância e o excesso de possibilidades tiram de foco o mais importante: o contato com o que realmente importa. Correr riscos, lidar com o imprevisível, não possuir equipamentos sofisticados, saber lidar com vários tipos de cenários. A proposta do artista multimídia e dançarino Gabriel Woelke para esse laboratório é colocar você em contato com o sutil, tirando da frente tudo que atrapalha a vista e descortinando um campo infinito de possibilidades dentro da linguagem audiovisual. Em oito horas de laboratório, a ideia é esboçar, roteirizar, coletar e editar, produzindo um curta metragem coletivo. Não é necessário nenhum equipamento sofisticado. Leve o que você tiver: câmera, tripé, caderno, lápis ou só a vontade de aprender.

gabriel woelke
Gabriel Woelke é um artista autodidata e multi faces que interage com diversas plataformas em busca de ressignificar e transmutar sua visão de mundo. Dançarino desde os 6 anos de idade, é criador e diretor da Cia. waziMu! de dança experimental contemporânea. Idealizador da proposta L.D.M (Laboratório de Dança e Movimento), desenvolve pesquisas aprofundadas sobre o corpo humano e o movimento como dança/interpretação. Fotógrafo a mais de 6 anos, produziu diversos ensaios e interferências visuais durante sua trajetória. Atualmente, desenvolve pesquisas em torno da dança em intersecção com o audiovisual, planejando, coreografando e dirigindo filmes voltados a essa temática.

30.08

estação ferroviária

14h-18h

Construindo Pontes - Um bate papo sobre carreira, gestão e network

A ideia dessa oficina é pensar a fotografia enquanto carreira e negócio. Quais são aspectos decisivos no trabalho, relação com clientes, fluxo de trabalho, precificação, nichos e outros assuntos que os fotógrafos não gostam de tocar.

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wilian olivato
 
Wilian Olivato é fotógrafo. Nasceu em Igaraçu só Tietê,  se graduou em jornalismo pela Unesp (Bauru), trabalhou em uma ONG por uma década, esteve em tribos e lugares para onde as pessoas não desejam viajar. Já ganhou alguns prêmios (2) e também participou de algumas exposições individuais e coletivas (4). Hoje além do mercado editorial e publicitário, também é fotógrafo de casamentos (Casa Lume).

01.09

estação ferroviária

9h-12h

A Imagem de Si: uma breve história do autorretrato

A produção de retratos e autorretratos na história da arte e na cultura visual aponta para gestos e códigos que, mesmo com diferenças culturais e temporais, se repetem de forma recorrente há séculos.  O álbum de retratos assume novas formas, seja em blogs na década de 90, seja nas mais recentes timelines do Instagram. A partir dessas observações e da compreensão de que há várias motivações e instâncias envolvidas no desejo de querer se ver retratado a oficina traça algumas perguntas para discussão: 

 

Como os conceitos de memória, existência, aceitação e autoestima estão ligados ao registro da própria imagem?

Em que medidas a invenção da fotografia propiciou uma democratização do acesso à imagem de si ou desencadeou sua dependência?

Como alguns artistas se apropriaram e incorporaram esta linguagem em suas poéticas?

Análise do trabalho de artistas mulheres que incorporaram o autorretrato como poética: Cindy Sherman, Nan Goldin, Francesca Woodman.

acasaberta
Liene Saddi é doutora em Artes Visuais pela Unicamp, Mestre em Artes e graduada em Comunicação Social - Midialogia, investigou em seu doutorado a incorporação dos videoclipes musicais às curadorias de arte. É docente em audiovisual na FIB de Bauru. Junto com Paula Machado, especialista em Imagem Contemporânea pelo CEI Madalena São Paulo, é uma das integrantes do projeto ACasaberta, núcleo de estudos em arte e imagem, por onde desenvolvem bate-papos, palestras e atividades de formação.
coordenação geral
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Edutrans05